
Somos dentro do movimento da Renovação Carismática Catolica, o Ministério para as Famílias, que tem como Missão evangelizar toda a família e a família toda, estamos inserido na Pastoral Orgânica da Arquidiocese de Belém, e podemos ser encontrado onde tiver um Grupo de Oração da RCC.
domingo, 31 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Missa pelas famílias reuniu 30 mil pessoas em Aparecida
APARECIDA, segunda-feira, 25 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A Missa pelas famílias na manhã de ontem no Santuário de Aparecida reuniu 30 mil pessoas, no contexto da Peregrinação em Favor da Família.
Na entrada, um grupo de pais, mães e filhos caminhou em direção ao altar, conduzindo o carro-andor com a imagem da Sagrada Família.
A celebração foi presidida pelo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Dom Geraldo Lyrio Rocha. Contou ainda com a presença de 22 bispos e arcebispos e mais de 100 padres e seminaristas de todo o Brasil.
Dom Geraldo Lyrio destacou em sua homilia que a família é “o lugar onde se aprendem as virtudes, os valores, os critérios e as atitudes que são necessárias para uma autêntica convivência social".
O arcebispo de Mariana disse ainda que a família, “patrimônio da humanidade, constitui um dos tesouros mais importantes dos povos latino-americanos”.
Ele recordou palavras de Bento XVI em sua viagem ao Brasil de maio de 2007, quando o Papa afirmou que a família é “escola de fé, espaço de valores humanos e cívicos, lar em que a vida nasce e é acolhida generosa e responsavelmente”.
“A família é insubstituível para serenidade da pessoa e para a educação de seus filhos", recordou Dom Geraldo.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Papa disse na África que é preciso mudar o olhar sobre a sexualidade
“Papa disse na África que é preciso mudar o olhar sobre a sexualidade”Artigo do arcebispo de Granada em apoio a Bento XVI
Por Nieves San MartínGRANADA, segunda-feira, 18 de maio de 2009 (ZENIT.org ).-
O arcebispo de Granada, Javier Martínez, escreveu um artigo, publicado no semanário diocesano de Granada e Guadix, titulado “Obrigado, Santo Padre!”, no qual afirma que “o que o Santo Padre disse na África é simplesmente que temos necessidade de mudar nosso olhar sobre a sexualidade”.
Em seu artigo, o arcebispo de Granada começa relatando dois fatos que lhe foram contados por seus protagonistas.
Em um país da América Latina, uma médica, ginecologista, premiada como a melhor médica do país pelo governo de sua nação, dedica parte de sua vida profissional a dirigir um programa de educação afetiva e sexual a adolescentes e jovens. O programa consiste em dar a conhecer com detalhe suficiente aos jovens o funcionamento do corpo humano em relação com a sexualidade e com o afeto.
A médica da América Latina, relata o arcebispo, estava ministrando seu programa em um colégio da capital de sua nação no qual estavam as filhas do ministro da Educação. Um dia, no teatro, coincidiram de se encontrar o ministro e a médica. Foi o ministro quem viu a médica, e se aproximou dela para felicitá-la: “Doutora, que alegria ver-lhe! Não se pode fazer idéia de como minhas filhas estão contentes!” O ministro seguiu nessa via por um momento, até que a médica lhe disse: “Também me alegro, ministro, que suas filhas estejam tão contentes, e que você tenha tido a ocasião de ver o valor que tem um programa planejado desta forma. O que acha do Ministério promover nos colégios públicos onde os pais permitirem - as filhas do ministro estudavam em colégio particular, como é natural –, o mesmo programa?” Ah! Isso não, doutora! Isso não pode acontecer! Pode-se educar a alguns poucos, mas para o povo é preciso dar preservativos”.
O segundo fato que relata o arcebispo refere-se a uma médica norte-americana, que trabalha em Gana, em um centro de Atenção Primária. Havia estado na Conferência Internacional do Cairo sobre a População e o Desenvolvimento, em 1994, e de retorno à América, antes de voltar para sua missão, passou pela Espanha.
“Coincidimos em um ato, nos apresentaram e estivemos falando um bom tempo. No centro onde ela trabalhava, em uma zona sumamente deprimida – me disse –, morriam todos os dias crianças desidratadas por causa de uma simples colite, por falta de soro fisiológico, e pela ignorância das mães. Contudo, o centro estava literalmente “cheio” – ou talvez seria melhor dizer “invadido” – de caixas e caixas de preservativos que certas companhias americanas e europeias lhes enviavam gratuitamente, até não saber o que fazer com eles, porque ocupavam um espaço no centro que não tinham, e que precisavam para coisas mais urgentes e mais graves”.
E o arcebispo lhe pergunta: “Quem paga o anúncio? Que visão do ser humano e da vida _ e das diferentes classes de seres humanos, e de vidas humanas – se esconde por trás destas histórias? Quem, quais poderes e quais indústrias, se beneficiam da despovoamento da África, e pensam já sem dúvida nos futuros benefícios de suas imensas riquezas e reservas naturais? Sem dúvida, os mesmos que degradam sem cessar e sem limite nossa própria humanidade e a dignidade de nosso pensamento quando decidem – e ninguém seria capaz de explicar racionalmente em virtude de qual poder –, promover entre nós a banalização absoluta do uso do corpo humano e do sexo”.
“O que se silencia é o dado – perfeitamente constatado – de que o uso massivo dos preservativos não deteve a aids na África, mas a propagou”, sublinha Dom Martínez.
“O que o Santo Padre disse na África é, simplesmente, que temos necessidade de mudar nosso olhar sobre a sexualidade – assinala o arcebispo de Granada –. E também que temos necessidade de mudar nosso olhar sobre a enfermidade e sobre os enfermos. Duas verdades evidentes. Antes que nenhuma outra reflexão acerca do direito do Papa a falar, ou acerca de que coisas pode ou não pode, ou deve ou não deve falar, o que se impõe recordar é, sobretudo, que o que disse o Papa é verdade”.
E conclui: “Obrigado, Santo Padre, por ter o valor de dizer-nos a verdade, a nós e a nossos irmãos africanos! Obrigado por reclamar a todos nós a uma vida de primeira classe, a uma vida verdadeira e plenamente humana! Milhões de homens pedimos ao Senhor todos os dias para que não se canse, para que não ceda, para que o Senhor lhe sustente e continue sendo livre!”.
Para acessar o artigo completo:http://www.arzobispodegranada.com/index.php?mod=articulos&lan=es&sec=7&cat=23&id=664
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Solução ética para casais inférteis
Na ProTechnology, solução ética para casais inférteis,Desenvolvida na Irlanda pela Dra. Caroline Guindon
Por Nieves San Martín
PARIS, quarta-feira, 6 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Em um texto do blog de bioética da Conferência Episcopal Francesa, escrito pelo sacerdote Olivier Bonnewijn, aborda-se o tema da assistência médica e da procriação, abrindo um debate que continuará com os próximos artigos.
Bonnewijn, presbítero da diocese de Malinas-Bruxelas e professor de ética do Instituto Teológico de Bruxelas, alude em sua nota à prova de infertilidade para os casais e oferece um esclarecimento sobre o que a Igreja Católica diz a respeito das técnicas de produção de embriões humanos.
«Com quem falar? – pergunta-se Bonnewijn em seu artigo. Desde a segunda metade do século XX, o progresso da ciência permite a realização de tratamento eficazes. Os médicos atendem casos de infertilidade, dando assim a numerosos esposos a possibilidade de realizar seu desejo de ser pais. A Igreja se alegrou sempre por este progresso. O desenvolvimento atual da NaProTechnology oferece um exemplo entre outros. A medicina da procriação surgiu entre os casais colocando-se a seu serviço, seja antes, durante ou depois de sua união conjugal.»
Divulgando a nota de Olivier Bonnewijn, Caroline Guidon aborda, dentro do mesmo blog, o tema da NaProTechnology.
«Ao contrário das técnicas de assistência médica à procriação, que rodeiam as causas de infertilidade e substituem o ato conjugal, a NaProTechnology investiga e trata das causas subjacentes da infertilidade, tanto na mulher como no homem, para permitir a concepção em uma relação sexual normal», afirma Guidon.
«O objetivo é, portanto, ajudar os casais a conceberem seu próprio filho, mas não a qualquer preço: nunca às custas da saúde mental e física da mulher, da relação do casal, da destruição de outros embriões ou da desvalorização da pessoa da criança por nascer», acrescenta.
Caroline Guindon, médica, exerce a NaProTechnology desde setembro de 2005 na Clínica de Fertilidade da Clínica Galway na Irlanda.
Guindon explica como a NaProTechnology pode ajudar os casais que enfrentam a infertilidade a conceber uma criança no respeito de sua relação e do embrião.
Acessível na Irlanda desde 1998, este método permitiu que mais de 800 casais irlandeses e ingleses chegassem ao término da gravidez. Até hoje, foram acompanhados três mil casais.
Para ter acesso aos artigos: http://www.bioethique.catholique.fr/
Para saber mais sobre o método da Dra. Guindon:www.fertilitycare.fr
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